\n'; document.write(barra); } } changePage();
|
|
|
ALIMENTAÇÃO
Filhotes a partir de 45 dias de idade Ração para filhotes: certamente é a melhor opção. Existem muitos tipos (secas, semi-úmidas ou úmidas), sabores (carne, frango, carneiro, fígado, etc.) e marcas no mercado. Na primeira consulta, o veterinário recomendará o tipo de ração que você deverá fornecer ao filhote. A quantidade de ração a ser dada varia com a raça e o peso do animal. Os fabricantes de ração, na própria embalagem do produto, fazem a recomendação da quantidade ideal.
Cães a partir de 1 ano de idade Ração para cães adultos: seca, úmida ou semi-úmida, 2 vezes ao dia. Dicas: os
filhote comem 3 a 4 vezes ao dia quando pequenos;
CÁLCIO E VITAMINAS O filhote necessita de complementação de cálcio e vitaminas no primeiro ano de vida, época de crescimento muito acelerado. A falta de cálcio nessa fase causará o raquitismo. Animais que se alimentam exclusivamente de ração balanceada podem ter as necessidades de cálcio supridas, desde que se alimentem corretamente, na quantidade indicada pelo fabricante da ração. De
qualquer forma, o veterinário que acompanhará o crescimento do cão deverá
analisar o caso, o tipo de alimentação e a necessidade de cálcio para o
animal.
< \n'; document.write(barra); } } changePage(); NUTRIÇÃO
Por que alimentar seu cão com ração ? O cão é um animal que tem carências nutricionais diferentes das nossas. Por isso, sua dieta deve ser direcionada a atender essas necessidades. Quando alimentamos os cães com comida caseira, na grande maioria das vezes (quase sempre) não estamos promovendo uma nutrição adequada. Por mais "sem graça" que possa parecer, a ração é a melhor opção. Por que? Podemos dar alguns argumentos favoráveis ao uso de ração, ao invés de comida caseira: - necessidades do cão - Por mais variada que seja a comida do Rex, não conseguimos oferecer-lhe uma dieta completa e balanceada. Mesmo dando carne, legumes e ovos, ainda assim não conseguimos balancear esta ração; e macarrão, arroz e fubá não são comida de cachorro; - a praticidade - Hoje em dia poucas pessoas tem tempo para fazer seu próprio almoço, muito menos a comida do cachorro. Para comprovar, basta observar que as vendas de comida congelada e desidratada têm aumentado de maneira significativa; - O CUSTO - Se colocarmos na ponta do lápis a despesa na elaboração de uma dieta para um cão, com carne, ovos, legumes, complementos vitamínicos e minerais, e o trabalho que teremos adicionando cada ingrediente na medida certa para equilibrá-la, comparado ao custo diário da alimentação à base de ração, sem dúvida a opção mais econômica será a ração (mesmo se esta for importada). Onde está a diferença ? Nossos amigos peludos têm sua origem em outros canídeos selvagens, como a hiena, o chacal, os cachorros-do-mato... Estes animais, em vida livre, alimentam-se basicamente do que conseguem caçar ou, mais frequentemente, das sobras de outros predadores (leões, leopardos ...). E foi por este hábito que os cães primitivos se aproximaram dos homens primitivos, visto que o homem sempre foi um caçador, até aprender a plantar e colher. Quando um canídeo se alimenta, come a carne, o pelo, a pele, os ossos, as vísceras e até o conteúdo intestinal das presas. E, respondendo à pergunta, o bom e velho Rex precisa de uma dieta tão variada quanto a de seus parentes de vida livre, para que tenha uma vida saudável. O que comprar ? No Brasil, hoje, temos diversos tipos de ração com qualidades diferentes. Para facilitar o entendimento, vamos classificá-las em três grupos. Rações Populares - São os produtos mais baratos que existem no comércio. Normalmente formuladas com subprodutos de milho, soja, farelo de algodão, etc. Tais ingredientes, na ração de uma vaca ou de um cavalo seriam de excelente digestão, mas, voltando àquela historinha, nosso amigo é um carnívoro, e precisa de proteína de origem animal, pronta a ser assimilada pelo seu organismo OBS.: Os vegetarianos de quatro patas têm a capacidade de transformar proteínas e carboidratos de baixa qualidade em "produtos mais nobres". Os cães e gatos precisam dos produtos nobres já prontos. Rações "Standard" - São produtos de empresas de renome, que, na maioria das vezes, buscam através da mídia uma fatia maior do mercado consumidor. Por serem produtos de empresas maiores, têm um compromisso maior com a qualidade, e são formuladas com ingredientes qualitativamente melhores que as rações populares, ou seja, não são "tão subprodutos" assim. Contêm farinha de carne e ossos, glúten de milho, gordura animal, etc. Porém ainda não são "ideais" a nível de digestibilidade, mas são melhores que os "subprodutos". Quanto ao custo, estão numa faixa intermediária de preço. Rações Premium e Super Premium - São produtos de primeira qualidade em nutrição canina, por isso mais caros. Têm sua formulação baseada em carne de frango, ovelha, peru... Porém, realmente carne, ou resíduos de abatedouro, como digestas de frango, por exemplo (o que é diferente dos "subprodutos"). Tais ingredientes, de origem animal, têm maior digestibilidade, ou seja, o trato digestivo canino tem menos "trabalho" para metabolizá-los. Esta é outra característica das rações premium: como a digestibilidade é maior, o consumo diário de ração é menor (o que ameniza o preço da ração). Promovem ainda uma vida mais saudável, e reduzem o volume das fezes do animal. As Rações super premium são assim classificadas a partir de um certo percentual de digestibilidade, o que pode variar de acordo com os interesses dos fabricantes, pois não há um "padrão" neste sentido. Como consumidor, para saber se a ração é de alta digestibilidade, ou não, basta analisar na embalagem os ingredientes que compõem a ração. As fontes proteicas devem ser de origem animal (carne de frango, carne de peru, digestas de frango, carne de ovelha, ovos, etc.). E as fontes de gordura também, ou pelo menos óleos vegetais nobres como, por exemplo, óleo de linhaça. Fontes proteicas vegetais como soja, glúten, etc. não têm alta digestibilidade. É bom desconfiar de produtos que têm em sua relação de componentes coisas como "carne de aves" (urubú também é ave / e de que parte da ave estão falando? Pena e bico são proteína pura e de baixíssima digestibilidade). O que pode aumentar a digestibilidade da ração é a presença de fibras de moderada fermentação (p.ex. polpa de beterraba branca), que aumenta a eficiência absortiva dos enterócitos. Outro ingrediente que melhora a digestibilidade são os F.O.S. (fruto oligo sacarídeos), que alimentam a microbiota intestinal, ou seja, beneficia o crescimento de "boas bactérias" no intestino, o que leva a uma melhor fermentação do bolo alimentar. Resumindo, quando compramos uma ração para o amigo peludo, devemos estar atentos aos níveis de garantia (percentuais de proteína, gordura, etc.) e a qualidade dos ingredientes. Por exemplo, uma ração para cachorro deve ter, no mínimo, 18% de proteína. O que é relativo, porque carne é fonte de proteína, e pena da galinha também. Carne é bem mais digerível que pena. Outro detalhe é o equilíbrio entre percentuais de proteína e gordura. Não é eficiente uma ração com 30% de proteína e 8% de gordura, nem outra com 18% de proteína e 20% de gordura. Um quarto grupo de rações pode ser citado, as rações terapêuticas. Têm indicação clínica, sendo auxiliares no tratamento de diversas enfermidades. Seu uso deve obedecer os critérios do Médico Veterinário responsável pelo cão.
Alguns Conselhos
Consulte seu veterinário para maiores esclarecimentos sobre a alimentação mais adequada para o seu cão.
GATOS Quem tem um gato quer estar sempre seguro de que as refeições que serve a ele são não apenas apetitosas, mas também balanceadas para atender as necessidades de nutrição do animal. lsso é possível com o uso do alimento especialmente preparado para ele. Hoje, existe no mercado, vários alimento completos e balanceados, que atende totalmente ás necessidades de nutrição dos gatos. O alimento industrializado (Ração) deve ser introduzido aos poucos na alimentação dos gatos, para que eles se acostumem a mudança no paladar e na textura. Água fresca deve estar sempre á disposição do gato, qualquer que seja a dieta. Os gatos diferem muito quanto a quantidade de alimento que necessitam, que varia conforme o tamanho, a raça, o estado e as características de cada animal. A maioria dos gatos está bem adaptada para controlar o alimento que ingerem em relação ás suas necessidades. Como , normalmente, os alimentos industrializados tem uma alta aceitação, poderá ocorrer do gato comer em excesso. Por esta razão, é sempre recomendável observar as indicações nas embalagens dos pacotes de ração. GATOS OBESOS Os gatos raramente se tornam gordos, mesmo sendo animais bastante preguiçosos. Mas os gatos castrados podem muitas vezes tornar-se obesos. Para evitar isso, é aconselhável reduzir a quantidade de comida e alimentá-los de forma mais equilibrada. Você pode dar ao seu gato metade da quantidade habitual de ração e observar se isto reduzirá o peso do animal de modo satisfatório. Em caso contrário, o regime alimentar deverá ser feito sob a supervisão de um veterinário. Se normalmente você dá ao seu gato algum tipo de guloseima durante as refeições, suprima este hábito. Ele pode ser responsável pelo excesso de peso. Se o seu gato, além de gordo, parecer em más condições, leve-o sem demora ao veterinário, pois ele poderá estar precisando de tratamento. Ver obesidade LEITE A maioria dos gatos aprecia uma tigela de leite, mas alguns têm dificuldade de digeri-lo, o que poderá causar diarréia. Nestes casos, você deve reduzir a quantidade ou eliminar o leite. Assegure-se de que o seu gato tenha à disposição água fresca. GATAS GESTANTES A gata necessitará de mais alimento quando tiver filhotes. Por esta razão, deve ser fornecida uma quantidade maior de alimento para o crescimento antes e após o nascimento dos filhotes, para assegurar a produção do leite. Desde o inicio da gestação, a gata prenhe necessitará de mais alimento, cuja quantidade deverá ser aumentada gradativamente. Durante as últimas 2 ou 3 semanas do período de 9 semanas de gestação, ela estará comendo aproximadamente o dobro da quantidade normal. Uma gata em período de lactação poderá necessitar até três vezes mais a quantidade normal de alimento quando os filhotes atingirem 3 ou 4 semanas e precisará ser alimentada com mais freqüência, variando a dieta para assegurar a nutrição adequada. É aconselhável dar á gata tanto leite quanto ela queira beber, desde que possa ser digerido convenientemente. FILHOTES Quando em fase de crescimento, os gatinhos têm necessidades maiores de alimentação: proteínas para criar músculos, mais cálcio e fósforo para o desenvolvimento dos ossos e uma enorme quantidade de outros sais minerais e vitaminas. Pode ser dado alimento em grande quantidade, bem como leite. Mesmo quando é dado leite aos filhotes, é importante que eles tenham sempre água fresca disponível. Em geral os filhotes são suficientemente ativos e bem constituídos para iniciar a ingestão de alimentos suplementares com quatro semanas Nesta fase, a mãe terá menos leite para dar Os filhotes nesta idade poderão comer ração adicionado ao leite. Os filhotes desmamados de 7 ou 8 semanas devem ser alimentados ao menos três vezes ao dia. Lembre-se que os filhotes crescem muito rapidamente e que o seu apetite e necessidade de alimentação aumentam também. É difícil super alimentar um filhote em crescimento se as refeições forem fornecidas conforme o indicado. Alimente os filhotes sempre que achar conveniente e nunca menos que três vezes ao dia até eles completarem 6 meses. Caso haja sobra de alimento no comedouro, o mesmo deverá ser retirado em no máximo 15 minutos.
|
|
Sollyb7- Designer ® Todos os direitos reservados - É proibido a reprodução parcial ou integral de texto auau.miau@ig.com.br
|