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ROMA (Reuters) - A cidade de Roma proibiu os aquários pequenos para peixes
que, segundo os ativistas pelos direitos dos animais, são cruéis, e tornou
obrigatório o passeio regular com cães na capital italiana, disse o conselho
municipal na terça-feira.
O clássico aquário de peixes esférico foi banido sob uma nova
lei que também proíbe que peixes ou outros animais pequenos sejam dados de
brinde. A proibição entrou em vigor depois da aprovação de uma lei nacional,
que condena à prisão quem abandonar seu cão ou gato.
"É bom fazer o possível por nossos animais, que em troca de
um pouco de amor preenchem nossa existência com sua atenção", disse Monica
Cirinna, conselheira responsável pela lei.
"A civilização de uma cidade também pode ser medida por
isso", disse ela ao jornal romano Il Messaggero.
Segundo o jornal, o aquário redondo provoca cegueira no
peixe. Ninguém no conselho de Roma estava disponível para confirmar se esse
foi o motivo da proibição.
Muitos especialistas em peixes dizem que os pequenos aquários
redondos não fornecem oxigênio suficiente para os peixes.
Em julho de 2004, o Parlamento aprovou uma lei que estabelece multas e
prisão para quem abandonar os bichos de estimação.
A cidade de Turim aprovou uma lei em abril para multar os
donos de animais em até 500 euros (597,7 dólares) se eles não saírem com
seus cães pelo menos três vezes ao dia.
O novo estatuto romano exige que os proprietários exercitem
regularmente seus cães, e proíbe-os de cortar os rabos dos animais por
razões estéticas.
Grupos dos direitos dos animais estimam que cerca de 150.000
cães e 200.000 gatos são abandonados na Itália todos os anos.
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